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100% 'Made in Brasil', com "s", de Sundown



Mais de 10 mil quilômetros rodados por um BraSil com “S” maiúsculo! Pela primeira vez na história do motociclismo nacional, uma moto de 125 cilindradas passou por uma “prova de fogo” desse calibre: cruzar do Oiapoque ao Chuí, no Desafio Norte/Sul Sundown. E a Sundown Max SED 125 cc cumpriu com eficiência a missão!

Tudo começou com o casamento perfeito da idéia com o sonho. O Desafio Norte/Sul Sundown foi mais um incentivo para a realização do sonho 100% brasileiro de Francisco José Cavalcanti Façanha, mais conhecido como Bozoka. O cearense de 43 anos de idade (31 de experiência em motociclismo), que já tinha feito duas expedições anteriores – São Francisco/Califórnia (EUA) a Fortaleza/CE e Fortaleza/CE a Machu Pichu (Peru), viu na iniciativa a oportunidade de concretizar o sonho de ir de um extremo a outro do Brasil, e o mais importante, em uma moto de fabricação nacional.

De acordo com Bozoka, que estava acostumado a pilotar motos maiores, principalmente devido ao seu porte físico, a sua única dificuldade (se é que podemos assim dizer) foi acostumar-se a uma máquina de menor cilindrada. “Mas até mesmo nesse quesito, fui surpreendido pela comodidade da Sundown Max SED!”, diz.

Bozoka ressalta que nos mais de 10 mil quilômetros rodados, sua melhor surpresa foi o desempenho da moto. Ele diz que em condições climáticas e geográficas muito desgastantes tanto para a máquina quanto para o piloto, rodando todo o tempo no limite de velocidade e de RPM, em um ritmo extremamente puxado, a máquina da Sundown surpreendeu principalmente pela robustez do motor e a resposta rápida do freio. “O freio dianteiro a disco ABS, um diferencial em modelos dessa cilindrada, garantiu paradas instantâneas, sempre que necessário, sem perigo de travamento”. O consumo de combustível foi considerado altamente satisfatório (média de 30 km/l). “A máquina não se deixou abater pela diferença encontrada na gasolina de Estado para Estado. Nem isso nem as diferentes marcas de combustível utilizadas interferiram em seu rendimento”, completa.

Segundo Bozoka, do Oiapoque ao Chuí, a Sundown Max SED não deu nenhum tipo de problema. “Para rodar os mais de 10 mil quilômetros, a moto passou apenas pelas revisões de praxe, troca de óleo, lubrificação de corrente e abastecimento. As pessoas poderiam dizer que, fazendo parte de um projeto da Sundown, dificilmente eu falaria mal da moto... Mas o fato é que, mesmo se eu quisesse achar algum ponto negativo, não o teria encontrado. O desempenho foi impecável!”, salienta.

“Em um momento importante, em que estamos finalmente aprendendo a valorizar o produto nacional, a idéia de viajar sobre uma moto de 125 cc fabricada no País me atraiu para o projeto da Sundown”, conta Bozoka. “Além disso, essa moto faz parte do segmento mais concorrido do mercado e é o instrumento de trabalho de muitos brasileiros. O modelo é um ponto de convergência social e, pela economia e praticidade, tem substituído o segundo carro de muitas famílias”.

A viagem

Ao falar sobre a viagem, o piloto diz que uma de suas intenções era mostrar o Brasil aos brasileiros, contando sobre os muitos “Brasis” que existem dentro de um só. Os preparativos finais para o desafio aconteceram em 17 de janeiro, com uma sessão de fotos na Sun Motos, em Fortaleza. No dia seguinte, Bozoka viajou a Manaus, para conhecer a linha de produção da fábrica da Sundown e receber sua “companheira de expedição”, que ganhou acessórios como mata-cachorro, pneus com biscoitos para enfrentar o trecho Oiapoque/Macapá, proteção de farol e manetes, além de um baú traseiro e adesivos sobre a expedição.

O desafio propriamente dito teve início com a chegada ao Oiapoque, no extremo norte do País, depois da aventura de quatro dias de barco pelo rio Amazonas, na viagem entre Manaus e Macapá (AP), em que a equipe (Bozoka, um repórter e um cinegrafista) ficou incomunicável e aproveitou para descansar e estudar a rota da viagem.

Acompanhado por um carro de apoio e com a moto Sundown Max SED 125 cc marcando pouco mais de 20 quilômetros percorridos, Bozoka partiu do monumento de Oiapoque para o primeiro de inúmeros trechos de terra que enfrentaria, com muita lama e atoleiros, pilotando por todo o tipo de clima e de solo. Ele explica que, além de ter levado 17 horas para transpor os primeiros 580 quilômetros, dos quais 120 eram de ladeiras íngremes, na região Nordeste, em uma estrada supostamente asfaltada, tinha de escolher qual o melhor buraco para passar.

Depois de ter conhecido a linha de produção da Sundown, Bozoka concluiu, pelo orgulho dos funcionários que trabalham na empresa e pelo atestado de qualidade do produto fabricado, confirmado pelo desempenho do modelo Max SED durante a viagem, que a marca tem um enorme potencial. “Além de ter gerado a abertura de novas revendas pelo País, percebemos durante o Desafio Norte/Sul Sundown que a marca já é reconhecida pelas pessoas principalmente pela força que tem no segmento de bikes. O crescimento no mercado de motos é apenas uma questão de tempo... Muito pouco tempo!”, finaliza.

Fonte: Max Mídia Comunicação


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